Encontros dialogados e participativos para escolas, instituições e equipes das políticas públicas, que partem da prática de quem está na “ponta” e a articulam a conhecimentos teóricos atualizados.
Em 2024, lançamos o livro Adolescências: diálogos transformadores. Partindo de aulas, palestras e lives, sistematizamos conhecimentos e experiências que deram origem a uma proposta de formação continuada de profissionais.
Os Diálogos Transformadores partem da reflexão sobre a prática, articulando-a a conhecimentos teóricos atualizados. É um espaço de aprendizagem dialógica e participativa, no qual profissionais revisitam situações do cotidiano, ampliam suas percepções e constroem novas compreensões sobre suas práticas.
“Mais do que transmitir conteúdos, favorecer o diálogo entre experiência e conhecimento, teoria e prática.”
2024 · Adolescências: diálogos transformadores
Livro de Anna Cláudia Eutrópio que dá nome e origem à proposta.
Olhar novamente para situações conhecidas, reconhecê-las sob outras perspectivas e perceber o que antes passava despercebido. Problematizar crenças e práticas naturalizadas para ampliar as possibilidades de intervenção.
Valorizar as vozes de quem faz acontecer na “ponta”. Teoria e prática andam juntas, e os saberes são partilhados de forma horizontal.
Cada Diálogo Transformador convida à reflexão sobre a própria história, a partir dos diferentes papéis que desempenhamos na vida.
Cada Diálogo é planejado de acordo com o tema, o público e o contexto da instituição.

Pessoas que atuam nas áreas de saúde, educação, assistência social e justiça.

Professores, coordenadores, gestores e estudantes.

Pais, mães e responsáveis que desejam compreender melhor o mundo contemporâneo e fortalecer o diálogo dentro de casa.

Equipes de projetos, ONGs e instituições privadas que buscam sensibilizar seus colaboradores sobre temas sobre temas importantes do mundo atual com sensibilidade e assertividade.
Propostas já desenvolvidas para escolas e equipes das políticas públicas.
São os mesmos adolescentes com quem estávamos acostumados a lidar? Sequelas do isolamento, uso de smartphones, a função social da escola e as ações públicas de proteção.
Feminilidades e masculinidades atuais: como se constroem na adolescência e aparecem no cotidiano, e como orientar para uma vivência saudável da sexualidade.
Mitos, estereótipos e fatos, e quais ações podem ser articuladas pela rede de proteção às infâncias e adolescências do município.
Novas formas de abordagem diante do aumento das queixas de saúde mental, para qualificar os atendimentos ofertados a essa faixa etária.
Ampliar o olhar sobre as violências naturalizadas na forma como a sociedade se organiza e contribuir para uma cultura de paz.
Reflexão sobre preconceitos e sobre a responsabilidade profissional de garantir atendimento de qualidade e os direitos de toda a população.
As principais teorias sobre grupos e o estímulo a práticas coletivas nas políticas públicas, a partir de mais de 20 anos de experiência em Psicodrama.
Mapear os próprios vínculos a partir dos indicadores de fortalecimento de vínculos do SUAS, como oportunidade de reflexão profissional.
Formadora de profissionais de educação, saúde e assistência social há mais de 20 anos.
As palestras podem durar de 45 minutos a 1h30, a depender do acordo estabelecido, do tema a ser abordado e do tamanho do público.
Não há limite. Faremos o planejamento de acordo com o número esperado de participantes.
Sim. Podemos organizar as palestras em formato de live.
Conte qual é o contexto da sua escola ou instituição e montamos juntos uma proposta com o tema e o formato ideais.